Ao ler esta notícia, lembro-me do que sempre aprendemos sobre as mulheres: que são frágeis, que são emocionais, que não são feitas para trabalhos deste género. Coitadinhas. E se já antes conhecemos mulheres que atestam que esta condescendência é falaciosa (lembram-se da polémica da entrada das mulheres nas forças armadas?), temos agora esta mulher, de 20 anos, a assumir um cargo que todos/as sabem ser perigoso. Torçamos por ela e não esqueçamos o seu nome e o seu rosto.
*Título roubado a Clarice.






