domingo, 1 de novembro de 2009

o sorriso

Creio que foi o sorriso,
sorriso foi quem abriu a porta. Era um sorriso com muita luz lá dentro, apetecia entrar nele, tirar a roupa, ficar nu dentro daquele sorriso. Correr, navegar, morrer naquele sorriso. Eugénio de Andrade

2 comentários:

Funes, o memorioso disse...

Que poemazito tão fraquinho!
Nem parece do Fontinhas Rato.

Nefertiti disse...

Também você a desmoralizar-me!! Credo!