quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ai, minha vida!

"- Professorááááááá, dê-me o número do 112, a Jéssica está mal!!!!!!" "- Diz, aqui, no exercício da produção de escrita, que o texto deve ter, no mínimo, 110 palavras. Professora, pode ser umas palavras quaisquer?"

2 comentários:

Dioniso disse...

Não quero confortá-la a despropósito, mas já reparou que há uma potência filosófica nos dois casos. Cheira a dissertação de mestrado dentro de uma semiologia do Caos. O problema da revolta paradigmática levada a cabo, dentro dos termos kuhnianos, por uma "ciência extraordinária", radicalmente extraordinária, já que ainda não teria iniciado o tempo da reflexão. Uma ciência do puro impulso, do selvagem que acerta "sem querer".

hg disse...

Eu acredito mais que seja um exercício de retórica...