quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Internamento é a solução para o (meu) problema

A Marta escreveu sobre Porto Santo e sobre o livro Crónicas do Porto Santo, de José Maria Cibrão Campinho, professor há alguns anos naquela ilha. Lembro-me que nos primórdios deste blog lhe fizemos referência e a Marta registou - e leu - no local apropriado.
O Funes comenta o post da Marta, assegurando que pela dupla recomendação terá a única atitude que lhe é possível: não ler, já que anteriormente provamos que as nossas leituras - e refere Torga e Sartre - são comportamentos criminosos. Da minha parte, li muito pouco Torga e algum Sartre. Mas concordo com o Funes que o meu comportamento é, de facto, resultado de uma profunda tendência para o fomento de leituras pouco recomendáveis, nomeadamente blogosféricas. É que efectivamente, a minha sanidade mental não pode ser famosa já que há alguns anos alimento o mau hábito de ler Funes, El Memorioso e, pior que isso, gostar do que leio.

3 comentários:

neferititi disse...

É um Livro que recomendo aos meus alunos e,por vez, levo para lermos nas aulas alguns contos.
Porto Santo é uma insula muito especial. Vivi lá cinco anos da minha vida. anos inesquecíveis. Campinho soube, com toda a dedicação, entrega e perícia que o caracterizam, traduzir a ambiência da Ilha Dourado. Fiquei maravilhada quando o li pela primeira vez.

Sou um pouco suspeita, pois nutro pelo autor uma grande amizade e admiração, por isso é melhor lerem para tirarem as dúvidas.

Nefertiti disse...

Ler Funes é um prazer que entranha.
Faz bem e recomenda-se: )

jorge c. disse...

O Torga e o Sartre são duas amibas. Dois calhaus pintados a dourado para imitar o ouro.