domingo, 16 de julho de 2006

Lullaby de Domingo.

Ainda de ressaca... Sia - Breathe Me
Ouch I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found
(Desta vez, o link, para melhor qualidade na imagem.)

16 comentários:

Anónimo disse...

sempre a dar boa música! Uma boa semana para ti.

everything in its right place disse...

ia enviar-te esta música por e-mail quando a ligação foi abaixo.

alta "christian song" e grande associação lhe fazemos!

bartalfa disse...

Ora aí está uma bela canção de uma tipa que eu não conhecia. Fiquei curioso quanto ao resto. Thanks WOAB.

Bartleby disse...

bartalfa é bartleby... qualquer coisa que fiz mal!!!

José Manuel Dias disse...

Delicioso...
Grato

Lady of the Lake disse...

Fantástica!!! Perfeita para a cena a que assistimos no final da série! Obrigada WOAB

Woman Once a Bird disse...

O mérito não é meu. Fiquei obcecada quando a ouvi no final dos sete palmos e decidi vasculhar o sítio até encontrar a moça. Também eu quero descobrir mais.

Alexandre Dias Pinto disse...

Estes versos recordam-me o poema "Dispersão", de Mário Sá-Carneiro:

PERDI-ME dentro de mim
Porque eu era labirinto,
E hoje, quando me sinto,
É com saudades de mim.

[...]
http://orbita.starmedia.com/mariodesa/poesia/ddispersao.htm

Woman Once a Bird disse...

E com uma cadência muito portuguesa...

Keep Breathing disse...

Há vezes em que nos deixamos levar pelo sopro do tempo… E apagamos do ser a vontade, dos olhos a cor… Acordados do torpor por um grito do destino, retiramos a venda e abrimos o olhar… E tudo em redor, claro, límpido, corta-nos a pele, invade-nos o ser… E os pequenos momentos, que jogámos fora numa apatia qualquer, revestem-se de urgência, de fome de estar, de olhar, de viver… E o tempo dói, na pele, por dentro, ao vermos os outros, aqueles que amamos, morrer aos poucos… E queremos berrar, lutar, parar o tempo, eliminar as falhas, ter sopro de vida… E, ao olharmo-nos, apercebemo-nos que, em passos lentos rápidos, morremos também…
E só nos resta o momento, só nos resta voar… Feliz de estar, novamente, junto às asas de uma mulher que já foi (é) pássaro… OBRIGADO…

(Desculpa a melancolia… É o que dá andar a ouvir Sia e a rever o final de Six Feet Under…)
Beijos, J.A.

Woman Once a Bird disse...

Apanhaste no Itube? Eú também lá ando...

Dirim disse...

ando a ouvi-la há dois dias... :) acompanha-me no carro e nos movimentos caseiros.

his_tory disse...

Não sei se por formação ou convicção, ou por não ter vivido o suficiente, mas prefiro uma filosofia de vida diferente:

«Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!...»
Mário de Sá-Carneiro

Não quero, de forma alguma, desvalorizar o sofrimento, a dor ou a revolta por esta curta, e muitas vezes ingrata, existência terrena.
A morte sempre foi um/o “Leitmotiv” desde que o Homem tem consciência da sua perenidade... E por esta porta entrava na minha área, mas não vos quero maçar...

rosa oliveira moleiro disse...

Uma simples perguntita de uma demente: tenho que aprender a língua inglesa, para ler o teu blog?

Woman Once a Bird disse...

Tens o tradutor automático do google, se não estou em erro. ;)

rosa oliveira moleiro disse...

Passo a comentar em alemão. Parece-me melhor!