segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Futilidades e Necessidades
13 de Agosto é uma data profícua

Lady missing on the Lake selou "estranha" aliança com Nosferatu há exactamente dois anos.
(Fotografia de Berengo Gardin)
The beautiful woman as come
domingo, 12 de agosto de 2007
Centenário do nascimento de Miguel Torga

Abre as mãos e recebe
Esta serôdia oferta
De um poema de amor.
Ilusões refloridas a desoras
Num toco carcomido.
São assim os poetas:
Dão no pino do Inverno
Versos de primavera.
A razão?
Talvez seja
Que neles o coração
Mesmo velho viceja.
Lullaby de Domingo
sábado, 11 de agosto de 2007
olá Malta!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Malta
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Who Cares?
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
Nem Ruth nem Tony
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Suspiros de Verão
Cogitações avulsas
domingo, 5 de agosto de 2007
quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Do livro de um poeta místico,
e ri como quem tem chorado muito.
Os poetas místicos são filósofos doentes
E os filósofos são homens doidos.
Porque os poetas místicos dizem que as flores sentem
E dizem que as pedras têm alma
E que os rios têm êxtases ao luar.
Mas as flores, se sentissem, não eram flores,
Eram gente;
E se as pedras tivessem alma, eram cousas vivas, não eram pedras;
E se os rios tivessem êxtases ao luar,
Os rios seriam homens doentes.
É preciso não saber o que são flores e pedras e rios
Para falar dos sentimentos deles.
Falar da alma das pedras, das flores, dos rios,
É falar de si próprio e dos seus falsos pensamentos.
Graças a Deus que as pedras são só pedras,
E que os rios não são senão rios,
E que as flores são apenas flores.
Por mim escrevo a prosa dos meus versos
E fico contente,
Porque sei que compreendo a Natureza por fora;
E não a compreendo por dentro
Porque a natureza não tem dentro;
Senão não era Natureza. "
Alberto Caeiro
Fotografia de Floria Sigismondi
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Pérolas a Porcos
Da credulidade
terça-feira, 31 de julho de 2007
Subsídios para uma educação contemporânea
Chocam-se sempre os outros quando afirmo esta minha vontade de não ter filhos. O olhar de incredulidade é avassalador porque continua a conceber-se que uma mulher não poderá desejar outra coisa; quantas vezes ouvimos rasgadas exclamações quanto à maternidade como condição necessária à concretização feminina? Portanto, após o movimento inicial de incredulidade, imediatamente ouço o inevitável "Isso é agora, porque ainda não sentiste o apelo." E o encolher de ombros imaginário é mútuo.O apelo de que todos falam, o relógio biológico que desperta em todos - homens e mulheres - é, portanto, inevitável. Pelo menos no imaginário da maior parte dos mortais. E, portanto, as crianças nascem orgulhosamente embaladas pelos olhares da Mãe orgulhosa e do Pai babado.
Frequentadora assídua dos corredores das instituições públicas de educação, também sei que o fascínio inicial muitas vezes esbate-se perante as necessidades da criança. É que a criança chora; adoece; tem birras. Bate o pé e exige atenção. E o olhar embevecido muitas vezes torna-se um olhar desesperado. Mais, a criança tem que ser alimentada, vestida. A criança exige a última playstation. E, portanto, os progenitores muitas das vezes bem intencionados encontram-se em conflito aberto entre as birras da criança e as birras da entidade patronal.
Os pais extremosos saem todas as manhãs e regressam às noite; acompanham o pequeno almoço e o jantar dos meninos. Quando acompanham. Tudo o mais, passa-se na instituição que os acolhe, substituindo-os enquanto procuram pagar o pão e a estadia na tal instituição. Para colmatar esta lacuna - dos pais que ainda passam um fim de tarde com as suas crianças - cogita-se a hipótese de o horário das creches ser prolongado até às 22 horas. Diz-se que para garantir que os Pais com horário nocturno também sejam abrangidos. Os horários nocturnos não terminam às 21.30, nem sequer às 22. Mas certamente as entidades patronais agradecem o desvelo. A criança das 8.30 às 22 horas no jardim de infância. Que maravilha!
Ainda assim, é pouco. Proponho então que as educadoras tenham também a tarefa de ir deitar as crianças nas suas caminhas, já que tal pode roubar tempo aos Pais. Vamos até mais longe: as crianças só deverão regressar a casa aos fins de semana - e só no caso de não constituir entrave para a vida profissional dos progenitores. Na verdade, o ideal reside na possibilidade dos Pais só retirarem as crianças do infantário ao fim de semana se tal lhes apetecer. Porque nem só de trabalho vive um casal, convém que possam ter tempo só para si, sem os berros de uma criança que reinvindica atenção. Estamos no bom caminho.
Fotografia de Jan Saudek
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Cogitações avulsas
domingo, 29 de julho de 2007
com os olhos bem fechados
Lullaby de Domingo
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Mudam-se os tempos, mudam-se também os "trucas"
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Sentir na pele o peso da palavra dos outros (cont)
terça-feira, 24 de julho de 2007
Ministério de Morangos 3
Ministério de Morangos 2
Ministério de Morangos
indo eu...
Sentir na pele o peso da palavra dos outros.
domingo, 22 de julho de 2007
Cogitações avulsas
Lullaby de Domingo
sábado, 21 de julho de 2007
Saudações, heróis da República
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Cogitações avulsas
quarta-feira, 18 de julho de 2007
O meu pobre coração não aguenta - In the end
Novamente, Pulo incólume no final desta série (ainda que bem mais astuto que na primeira). Não terá sido um grande episódio. Esta Cleópatra miúda convenceu pouco, já que é quase impossível suplantar a interpretação de Vivien Leigh e o texto de Bernard Shaw. Certo é que a menina só esteve bem aquando da conversa final com Octávio, em que o desnuda completamente ao afirmar que este tem uma alma podre. Octávio fica surpreso mas não ofendido, pelo que supomos que a criatura ou não valoriza a ideia de alma ou então até reconhece alguma verdade nas palavras da moribunda.segunda-feira, 16 de julho de 2007
Do poder do BCE
M. Butterfly
Só cá faltava isto!
domingo, 15 de julho de 2007
Dos nomes e dos Homens

Um bicho de pernas gordas e olhinho azul. O Senhor Newton.
O pai, ninguém sabe porquê, mal o agarrou cá fora, que se havia de chamar Newton.
Queria Newton.
E o Conservador do Registo - uma fera de erudição - achou que o pai exagerava. Newton! Logo Newton!!! Mas eu disse que sim senhor. Newton, que tinha lá?
De enxada na mão, é quase certo que o novo homem não vai descobrir outra lei da gravidade universal. Mas vai de certeza descobrir o que é o sofrimento, e isso, cá no meu entender, chega perfeitamente para ele ter direito a usar na Terra seja que nome for".
In Diário I. Miguel Torga.
Foto: Mak Remisa
Lullaby de Domingo

Percebemos, finalmente, que as raparigas eram, na verdade, mulheres disfarçadas, que compreendiam o amor até à morte, e que a nossa tarefa era simplesmente a de criar o barulho que parecia fasciná-las tanto (...)
In As Virgens Suicidas, by Jeffrey Eugenides

E o que expiro já nada é senão o terror de não o poder fazer de novo.
Dias tenho em que acordo sobressaltada com o ruído de um carro que não consegui confundir com o simples vento a passar.
Leio textos que se assomam de uma velocidade in-extremis - o imediato já lá atrás - e esqueço-me que posso reler a frase que passou para um passado junto à memória de expirar.
Horas há em que fico frente à janela. à espera não sei de quê. Talvez do carro que levou o ar que me fazia inspirar.
Foto: Estrela do Mar, Luís Quintas
sábado, 14 de julho de 2007
Sexta feira - 13.
sexta-feira, 13 de julho de 2007
No dia 13 a 13ª arte!
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Eu cá tenho um GTI
terça-feira, 10 de julho de 2007
Entre o Altar e a Fogueira
segunda-feira, 9 de julho de 2007
era uma vez...
domingo, 8 de julho de 2007
O ritmo da asfixia
Lullaby de Domingo
sábado, 7 de julho de 2007
Wonderful World
(O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry)I see trees of green, red roses too
I see them bloom for me and you
And I think to myself, what a wonderful world
I see skies of blue and clouds of white
The bright blessed day, the dark sacred night
And I think to myself, what a wonderful world...
Louis Armstrong
ceci n´ est pas une pipe
A humidade e o calor pesavam-me na alma.
Com os olhos presos num ponto indefinido, estava looooooonge, looooooooooonge… muito loooooooooooonge… Ai que prazer…
Entretanto, alguém com um sorriso muito airoso, vaporoso e ruidoso interrompeu-me:
- Ah! Encontrei-a! Aleluia, tive mesmo que perguntar a uma funcionária onde estava uma senhora… Desculpe, como é mesmo o seu nome? Não me recordo do seu nome! Perguntei, então, por uma senhora professora pequenininha, moreninha e, pelo falar, é continental. Só assim é que consegui encontrá-la!
Eu, claro, lá consegui disfarçar o quanto estava incomodada.
Enquanto fazia o trabalho que me levava a estar ali, pensava: “ Eu não sou nada “pequenininha”, tenho 1.68 de altura! Zsou morena, admito! Agora com pronúnzcia?! EU NÃO TENHO PRONÚNZZCIA!
Azcho que a zsenhora anda a enxergar e a ouvir mal. Pode zser da idade!!! Eu, por ezxemplo, szou mais nova e já tenho problemaszz de audição!”
Há situações na minha vida que me fazem lembrar a pintura de Magritte. Por um lado, sou aquilo que eu julgo ser, por outro lado, sou o que os outros julgam que eu seja. Sinceramente, não sei qual é o lado mais verdadeiro, mas eu nem sempre concordo com a imagem que os outros fazem ou têm de mim.
sexta-feira, 6 de julho de 2007
quinta-feira, 5 de julho de 2007
quarta-feira, 4 de julho de 2007
Concílio das moçoilas cá do sítio... e do moçoilo também.
terça-feira, 3 de julho de 2007
Carta aberta a Sancho
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Repulsa, verdade e maldizer.
domingo, 1 de julho de 2007
Lullaby de Domingo.
sábado, 30 de junho de 2007
Cogitações avulsas
Babam no canto da boca, enquanto bamboleiam as ancas e sinalizam a (in)existência de cérebro com piscares insistentes de olhos.Cara criatura, como fazer-te entender que não ofendes? Que apenas provocas uma incrível sensação de asco?
(Fotografia de Joel-Peter Witkin)
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Ainda diz que não voa!!
quarta-feira, 27 de junho de 2007
Depois da espera, vieram os bordões!
Pérolas a porcos
terça-feira, 26 de junho de 2007
Habituados ao lado sombrio da existência colectiva...
( pintura de Paula Rego)"(...)
Sem pretendermos formular causas primeiras que originariam todas estas modalidades de violência, parece-nos que a acumulação, ao longo dos séculos, de muitas práticas não criticadas, nem erradicadas, em que o antigo sempre se misturou com o que já foi moderno e um e outro sempre se misturaram com o moderno que " está a dar", conduziu a maior parte dos Portugueses a uma vida social e cultural medíocre, em que vivemos:
-habituados a uma grande impotência individual e colectiva;
-habituados a péssimos seviços públicos, como se fossem de favor;
- habituados a suportar um urbanismo caótico e sistemas de transporte absurdos;
- habituados a ler pouco e a pouco debater;
- habituados a uma quase nula vida assocativa e interventora;
- habituados à "cunha", ao "desenrascanso" e à pequena corrupção activa;
- habituados... aos brandos costumes que tudo corróem sem dar nas vistas.
Este é o lado sombrio da existência colectiva.
Augusto Joaquim"
JEAN, Georges, "E, em Portugal, como é?(excerto)" in O Racismo Contado às Crianças, 1ª edição portuguesa: Terramar, Junho de 1997
O meu pobre coração não aguenta 5

No episódio anterior - muito, mas mesmo muito bom (ao ponto de me pespegar com uma insónia incrível), assistimos à execução de Cícero. Só percebemos Cícero nos momentos de crise; em todos os outros conspira e acobarda-se. Conhecemos o executante e desculpamos a infantilidade com que enterra a espada no pescoço do advogado, logo após ter-lhe pedido para apanhar os pêssegos maduros da sua casa.
Octávio cansa-me com tanto aprumo - deliciosa a tirada de Átia "Todos sabemos como és inteligente. Não precisas recordá-lo".
Marco António enoja-me com os seus arrotos de cérebro a vazio. Tão vazio, que ainda não percebeu a índole de Octávio, que será a sua perdição.
As mulheres. As mulheres são sublimes. No episódio que rodou ontem, Átia caminha lentamente para a decadência, profetizada/lançada/prometida por Servília, que se imola à porta da eterna inimiga. O olhar de morte de Servília alcança imediatamente Átia, que sabemos começar lentamente a morrer ali mesmo. Nada escapa ao olhar (de morte).
"Send her bitterness and despair for all of her life". Nem à palavra (mal)dita.
domingo, 24 de junho de 2007
Tigres e Dragões (de papel)
É muito bom, adorei! Boa música, Woman. Merci.
Lullaby de Domingo
sábado, 23 de junho de 2007
E quando descobrir o gato das botas...
quinta-feira, 21 de junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
10 Mandamentos, se faça favor!
Fados castiços, pois então.
A história mais castiça foi a do ente de sexo feminino que tinha sido colocado num centro prisional para dar aulas de Português. Os responsáveis por aquele estabelecimento tinham já avisado que ali não era aconselhável usar vestimentas demasiado… femininas. Foram-lhe dadas informações concisas, directas e claras acerca do que era saber-estar entre penitentes.
Naquele momento, a roupa era um mal menor, pois já tinha reformulado o seu guarda- roupa. Agora o problema era o programa, os conteúdos programáticos, ou, para ser mais clara, que textos iria explorar com aqueles alunos?
Todos discutimos, reflectimos, meditámos sobre aquele processo de ensino-aprendizagem específico, com o objectivo de darmos soluções, ideias e, no caso de ser preciso, saídas rápidas e eficazes.
Quando o assunto já só vagueava nos olhares, alguém de manha só reconhecida pelos seus mais chegados e queridos diz: “ -Por que não começas a analisar a morfologia e a sintaxe dos Dez Mandamentos do Antigo Testamento? “Não matarás; Não roubarás; Não…”
O serão prolongou-se muito agradável; os sons jazzísticos que por ali pairavam, por fim, tinham penetrado nos nossos espíritos e, de vez em quando, alguém lembrava ou inventava um mandamento e pronunciava-o em alto e bom som para gáudio dos presentes.
Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
Não invocar o Seu santo nome em vão.
Guardar os domingos e festas.
Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo).
Não pecar contra a castidade (em palavras ou em obras).
Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
Não levantar falsos testemunhos (nem de qualquer outro modo faltar à verdade ou difamar o próximo)
Não desejar a mulher do próximo.
domingo, 17 de junho de 2007
A sabedoria do rei Salomão
(Em momentos de crise, os sábios de hoje em vez de utilizarem espadas, abrem janelas...)Na fase seguinte, o professor pergunta de quem é o “radiozinho”, pois quer devolvê-lo.
Por fim, uma voz bastante atarantada interrompe aquela acção: - NÃO ATIRE! NÃO ATIRE!!! É MEU!
Nota: a voz da experiência diz-me que há métodos que resultam sempre, são intemporais!
Lullaby de Domingo
sábado, 16 de junho de 2007
OTArios
Dor que desatina sem doer 4
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Cogitações avulsas
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Adeus, não afastes os teus olhos dos meus
Tomar-lhes o pulso
Dor que desatina sem doer 3
quarta-feira, 13 de junho de 2007
Os nadas a preencherem os vazios…
Da maldição de certas palavras:
terça-feira, 12 de junho de 2007
Cogitações avulsas
O meu pobre coração não aguenta 4

Fora com o puto! Com mais vinte anos em cima, certamente ninguém o aguentará. Dass.
*Eu bem sei que Freud explica, provavelmente com aquele episódio em que a Mãe lhe dizia, divertidíssima, que ele precisava ser bem ******.
Acerca dos Professores Titulares
Cupido Sénior
segunda-feira, 11 de junho de 2007
eu gosto do meu país
domingo, 10 de junho de 2007
Lullaby de Domingo
sábado, 9 de junho de 2007
o amante e o amado
John Waterhouse, Eco e Narciso
Receita para fazer o azul
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Babes na sala de aula
quinta-feira, 7 de junho de 2007
a quoi ça sert l´amour?
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Mademoiselle de La Palisse em noite de Quarta
terça-feira, 5 de junho de 2007
A brincar a brincar. 2
O meu pobre coração não aguenta. 3
Conservou a cabeça. Continuaremos, pois, a acompanhar os movimentos de arena das duas "senhoras". Queremo-las vivas.Perante a eminência da tortura, sugere que o medo da sua carrasca é maior que o seu. E atreve-se a profetisar que a ignomínia do que está prestes a acontecer ensombrará o futuro da rival. (Será?)
Mesmo de joelhos, ou melhor, só de joelhos, Servília soube ser soberba.
(Segunda chegou e passou).
domingo, 3 de junho de 2007
Curioso...
pois, eu até concordo!
devo ter apanhado sol a mais...
( deveria ter ficado à sombra, como esta lagartixa.)Enquanto esperamos pelo café, falamos que os gays qualquer dia são a maioria (o disparate reina na conversação).
Mais tarde, alguém diz que quer fazer uma revelação, e eu, no gozo, digo: “- Não me digas agora que és lésbica?”- e dou uma gargalhada bem idiota. Depois, faz-se silêncio. Por fim, ela esboça um grande sorriso e diz: “- Sim, eu sou lésbica!”.
Entretanto, vem o empregado e pergunta como queremos o café. Eu precipito-me e peço “o normal”, ela, logo a seguir, pede “o usual”. A mim,só ocorre-me o comentário: “- Estiveste bem…”
Enfim, eu fui a anedota da tarde.



