
Há uns sete anos, o meu pai disse-me:
- Ofereço-te. Este canivete anda sempre comigo, mas agora é teu. Podes vir a precisar. Guarda-o.
Nunca utilizei o canivete, mas quando abro a gaveta das facas da cozinha vejo-o e lembro-me sempre desse episódio com muito carinho.
- Ofereço-te. Este canivete anda sempre comigo, mas agora é teu. Podes vir a precisar. Guarda-o.
Nunca utilizei o canivete, mas quando abro a gaveta das facas da cozinha vejo-o e lembro-me sempre desse episódio com muito carinho.
Associar um canivete a um acto de ternura é um pouco estranho, mas pode acontecer.





