quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Matem as Mulheres Primeiro
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Em greve
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Dos Mexeriqueiros
domingo, 21 de novembro de 2010
Declaração de interesses
Lullaby de Domingo
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Ainda a Cimeira
tarjas e t-shirts? É legal impedir a entrada de cidadãos que declaram ir participar em manifestações legais e que se fazem acompanhar de "t-shirts" e "tarjas"?
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Lullaby de Domingo (ou sábado)
Novas Cartas Portuguesas - "Há 38 Anos foi histórico, agora é contemporâneo."*
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Da obrigatoriedade
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Entrevistas quase, quase reais
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A Crise não é para Todos(as)
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Jornalismo de pacotilha
Lullaby de Domingo
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Lullaby Extraordinária OE
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Quando a Palhaçada não tem Limites 2
Quando a Palhaçada não tem Limites 1
domingo, 31 de outubro de 2010
"Sou o que quero ser"
Lullaby de Domingo
sábado, 30 de outubro de 2010
Bastaram Alguns Telefonemas
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Olha, rolou cá para baixo novamente
A recandidatura que todos/as nós sabíamos que ia acontecer está aí. E porquê? Não é que realmente quisesse: Cavaco sacrifica-se pelo País, Cavaco vai salvar o País.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
"Le meilleur point de vue"
Divergências conceptuais
"Piquenos" enganos
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Lullaby de Domingo
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
E depois acontece isto, caros/as amantes do acordo ortográfico
terça-feira, 12 de outubro de 2010
A Verdadeira Vocação
Baile de Máscaras - o PCP que temos (e por vezes esquecemos que temos)
O Partido Comunista Português, que reclama a luta pela Liberdade para seu feudo, faz comunicados destes, a lamentar a atribuição do prémio nóbel da Paz a Liu Xiaobo. Ao que parece, ao PCP não fazem impressão os regimes ditatoriais; ou melhor, apenas tem pruridos em relação aos que não são da sua cor política. 21 anos depois, Tiananmen torna a desvelar o rosto que por vezes esquecemos estar lá.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Viva o Regabofe!
Liu Xiaobo
O Povo que temos 2
O Povo que temos 1
Jean-Paul SartrePicture by Henri Cartier-Bresson
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Contos Exemplares
"I Dare Not Speak It's Name"
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A ignorância Atrevida
Ouço Miguel Sousa Tavares (MST) garantir assertivamente, no Jornal das 9, na SIC, a inexistência de monarquias ditatoriais. Talvez não fosse má ideia, sei lá, mandar-lhe umas informações das ONG's de Direitos Humanos sobre... as monarquias (na visão dele tão democráticas) da Arábia Saudita, do Camboja, da Tailândia, do Brunei, Omã, dos Emirados Árabes Unidos.... A ignorância é triste, mas a ignorância atrevida é insuportável! MST diz estas incorrecções sem qualquer pudor. Sem qualquer reconhecimento pela responsabilidade que é ser um personagem que tem acesso ao espaço público de forma privilegiada. Não preciso de ver um telejornal para ouvir o que MST disse: já o ouvi anteriormente (por parte de alguns defensores do regime monárquico). É curioso como uma ideia se pode perder no caminho sinuoso dos argumentos e de quem os recebe. Não entendo esta defesa da monarquia baseada na alegada 'inexistência de ditaduras monárquicas' - o que, para além de ser uma incorrecção - não invalida que as monarquias europeias tivessem tido períodos de regimes ditatoriais. Sou republicana porque não concebo a ideia de que alguém ganhe o direito de representar/e/ou governar a nação apenas porque nasceu numa determinada família [terá por certo as suas vantagens - encontram-se, naturalmente, prós e contras no facto de se educar alguém (de nascença) para as tarefas de representação do reino (consoante o tipo de monarquia pode ser bem mais que representação)]. Mas voltando o foco aqui para o rectângulo, e pensando no papel do PR: sim, apesar de todos os constrangimentos existentes na eleição de um(a) PR (apenas as personalidades escolhidas pelos partidos podem ser eleitas na prática e, os partidos mais fortes - mais ricos -, têm mais hipótese que os outros) - apesar destas (e de outras questões que fragilizam a eleição de um representante da nação e outras que fragilizam o próprio regime em si), continuo a preferir um regime onde eu possa escolher quem me representa. A ideia das castas e dos privilégios e obrigações à (por) nascença carece de algum tipo de crença no destino - da qual eu sou desprovida. É claro que, reconheço a existência de castas (de famílias, de profissões, partidárias, etc.) no regime republicano democrático em que vivemos. Claro, e pior que isso, existem privilégios quanto ao número de nomes que @s descendentes da ex-família real podem usar (privilégios esses que não são extensíveis aos restantes cidadãos). Dizia MST que "foi um erro esconder o que foi a 1.ª República: que se acha que se instituiu o sufrágio universal, a inclusão das mulheres na política, a promoção da educação". Não sei com quem anda MST a falar, mas eu soube há já alguns (bastantes) anos que as mulheres acederam - timidamente - aos lugares de eleição e eleitoras já durante o Estado Novo. O que se sabe é que a Iª República prometeu o voto às mulheres republicanas e que lho retirou logo após a médica Carolina Beatriz Ângelo ter exercido o seu direito de voto (não sem antes a questão do recenseamento ter ido a tribunal). Por isso se costuma dizer que a Iª República traiu as mulheres sufragistas. E se falhou no número de escolas que implementou (porque não cumpriu o seu plano para a educação), lembremo-nos que a monarquia já contava com alguns séculos sem tentar - tão pouco - democratizar o ensino. As coisas são como são, mas eu gostava, sinceramente, que @s monárquic@s deste país dissessem mais em prol da defesa do regime que acreditam ser melhor para o país, para além de se queixarem do dinheiro gasto na representação da República (na Monarquia devia ser menos, com certeza...), ou no facto de algumas personalidades da República terem mais privilégios que ele@s (não é que tod@s nós, é del@s!) - como se o mesmo não acontecesse na monarquia... Depois, claro, para não ajudar, ainda há aquela gente que gosta de usar palavras light como nomes próprios e nomes de peso nos apelidos, a quem as revistas cor-de-rosa acompanham com títulos de baronesa, duque, e aparentados. Esses trataram de ridicularizar qualquer réstia de dignidade à coisa.
Picture by Diane Arbus
sábado, 2 de outubro de 2010
Lullaby de Sábado
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O Fim e o Princípio (de quê?)
Clarice ali, a olhar para mim
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Qual o valor de uma biografia?
Lullaby de Domingo
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Este acordo é um espetáculo
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Travessias da Escrita
domingo, 19 de setembro de 2010
Lullaby de Domingo
No can do that!
What a hell can you do, my friend?
In this place that you call your town
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
"A linguagem administrativa é a minha única língua"*
A Comissária Europeia Vivien Reding pronunciou-se sobre a expulsão dos ciganos ordenada pelo governo de Sarkozy e o Eliseu declarou-se profundamente ofendido, apesar das suas pretensões xenófobas, com as palavras da comissária. Durão Barroso secundou e bem a Comissária.
Por cá, a música é outra. E dos dois principais partidos (o CDS não conta, nem surpreende) temos vetos a moções de censura à política de Sarkozy e juras de compreensão e clarificação de intenções do mesmo apresentadas por JS e PPC.
O pormenor que parece escapar aos meninos maravilha é a de que a França de Sarkozy (e que não é dele) não expulsa "apenas" os imigrantes ilegais no País. Sarkozy ordena que a prioridade seja dada aos ciganos. E é esta a diferença fundamental que torna esta uma questão de xenofobia e não apenas questão de segurança, bandeira que é sempre acenada quando alguns Estados pretendem usar de metodologias pouco recomendáveis, em claro choque com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
*Eichmann, um bom funcionário, citado por Hannah Arendt em Eichmann Em Jerusalém - Uma Reportagem Sobre a Banalidade do Mal.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Já nem me refiro ao masculino neutro...
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Banhado a ouro
Renovação de quadros
Vamos lá ver se isto consome mais 7 anos
domingo, 12 de setembro de 2010
Lullaby de Domingo (Private Lord is in the House)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Regresso às aulas
Muitos/as dos/das meus/minhas alunos/as conhecem de cor este tipo de vicissitudes quando têm que entregar algum trabalho escrito. É do tinteiro, dizem eles/as.
Está tudo grosso?
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
L'étranger
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Hoje os Sinos Dobram Por Ela
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Também é verdade
domingo, 5 de setembro de 2010
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Correntes do Feminismo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Uma Questão de Sobrevivência para o Consumidor
Da Idiotice Elevada a Arte
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Uma pergunta para Sancho
Um desenho para Sancho
E não esqueçamos que estamos a falar de uma Entidade de Interesse Público, estatuto publicado em Diário da República. Se as actividades desenvolvidas têm significativa relevância pública, o mínimo que o Estado pode garantir é um espaço condigno para o desenvolvimento de tais actividades.
Na primeira página do site aparecem iniciativas relacionadas com direitos LGBT porque foram as últimas iniciativas (públicas, visíveis) da UMAR. Basta olhar para as datas para ver que o critério é, precisamente, a data e a actualidade das "notícias".
Quase-Bolseira da FCT
Beneficiária da Porta 65
Subsidiada de outras coisas
Deficitária de emancipação
O que o Sancho poderia ter encontrado à distância de um click, mas não quis:
Mudanças Com Arte
OMA
ORGM
Centro de documentação Elina Guimarães
Grupo de trabalho Género e Água
Iniciativas que não envolvem necessariamente bolos*
















