segunda-feira, 31 de maio de 2010
Boa Semana
domingo, 30 de maio de 2010
É difícil escrever sobre isto
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Uma casa portuguesa, concerteza
quarta-feira, 26 de maio de 2010
A discrição está na moda
segunda-feira, 24 de maio de 2010
domingo, 23 de maio de 2010
Quem Tem Medo dos Feminismos? - Feira do Livro do Funchal
quarta-feira, 19 de maio de 2010
O Tempo Adiado (não é tempo)
"Il suffit de consulter notre conscience pour comprendre que, dans les conditions où nous sommes, une vie infinie ne serait plus une vie (...)."
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Eu espero poder dizer à Isabela
Eu não vi
A montanha...
Boa Semana
domingo, 16 de maio de 2010
Eu sei que sim, mas há um pormenor que me incomoda*
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Peregrinação - actualização
Da Insinuação
terça-feira, 11 de maio de 2010
Peregrinações 2
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Peregrinações
domingo, 9 de maio de 2010
Lullaby de Domingo
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Divino - mas Pouco
E com tudo isto, só me lembro da cena emblemática de um Cristo que há sensivelmente dois mil anos expulsou os vendilhões do templo. Pois o templo está novamente pejado deles. Quem os expulsa?
segunda-feira, 3 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
É também por este motivo que posso agora voltar a entrar no meu silêncio. Silêncio para que nasci."
Maria Gabriela Llansol Paris, Sorbonne, 24 de Outubro de 1988, Les Belles Etrangères.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Um Abril que seja seu
Lullaby de Domingo de Abril
sexta-feira, 23 de abril de 2010
No dia Mundial do Livro, permitam-me o umbiguismo 2
No dia Mundial do Livro, permitam-me o umbiguismo
- A vinda da Isabela Figueiredo com o seu Caderno de Memórias Coloniais - tive uma quase apoplexia ao ler que a minha blogger favorita cá estará;
- O lançamento de uma nova editora, a Nova Delphi, com a presença de Anselmo Borges e Maria José Magalhães, para os lançamentos das primeira obras: uma reedição de A Relíquia, do genial Eça de Queirós e o lançamento das Actas do Congresso Feminista 2008 (finalmente!).
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Um gabinete que seja seu
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Ausência
Esta semana não há mini-bridge.
Quem atira a primeira pedra? Subsídios para uma incursão ao confessionário mais próximo (ou não)
terça-feira, 20 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Pois não.
Heranças pias - uma Igreja em estilhaços
Boa Semana
domingo, 18 de abril de 2010
Lullaby de Domingo
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Contributos funianos para uma jogadora de mini-bridge
terça-feira, 13 de abril de 2010
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A Ler
Ainda sobre a capa da Visão - um comentário de Hugo Santos
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Boa Semana
domingo, 11 de abril de 2010
Lullaby de Domingo
sábado, 10 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Não perguntem agora por quem os sinos dobram
*O escriba do costume, A.B.
Boa Semana
domingo, 4 de abril de 2010
Lullaby de Domingo
quarta-feira, 31 de março de 2010
Contributos funianos para uma jogadora de mini-bridge
As fotografias desta série continuam a cargo de Funes (apenas a primeira não o foi).
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
Olha, mais um que apoda o que não interessa de Conspiração
Ficamos assim cada vez mais esclarecidos/as sobre um dos grandes pilares morais da humanidade.
(Re) Leituras
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 26 de março de 2010
O Jorge Lopes de Carvalho tem um (novo) blogue
quinta-feira, 25 de março de 2010
Contributos funianos para uma jogadora de mini-bridge
Fotografia gentilmente oferecida pelo Funes.
quarta-feira, 24 de março de 2010
As Mulheres Que Odeiam os Homens*
terça-feira, 23 de março de 2010
Já o primeiro teve que beber cicuta*
*Com as devidas distâncias, que Sócrates, o genuíno, não mereceu tal ingestão.
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Um caso sério 2029
terça-feira, 16 de março de 2010
Não é preciso "andar à porrada" com a Natureza
segunda-feira, 15 de março de 2010
O homem que termina as sentenças
El Rei Marcelo
domingo, 14 de março de 2010
Lullaby de Domingo
terça-feira, 9 de março de 2010
Olho clínico - A Passadeira Vermelha
9 de Março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
Desculpe, disse igualdade?*
quinta-feira, 4 de março de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
segunda-feira, 1 de março de 2010
A multiplicação dos Milagres
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Lullaby de Domingo - Na Ilha da gente de (a)braços
Most faithful mirror
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Sobre a Capa da Visão - uma (outra) perspectiva
No que me diz respeito, prefiro uma Ilha dotada de equilíbrio: consciente quanto ao que se passou, esperançosa em relação ao que está por vir.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O Trigo e o Joio - O Caso Jerónimo Martins vs Grupo Sá
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Ora espeta aqui o teu corninho que eu sou homem, pá!
Vídeo visionado pela primeira vez nas moscas do costume.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Ao Cuidado da Palmira Silva
A Água Tomou o Lugar de Tudo (Tolentino Mendonça)
*Obrigada Dirim.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Lullaby de Domingo
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate.*
Contributos Para Um Novo Acordo Ortográfico
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Requiem (Chrome)
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Façam o favor de não perder
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
De amor e outros demónios*
Contributos Para Um Novo Acordo Ortográfico
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
"a envenenar-se de poesia e prosa"
Eu não creio em ninguém nem em mim acredito a minha alma há muito perdeu a sua força por isso já não a tenho
Vendia-a barato a um cigano que por aqui passou bateu à porta dentes de ouro a luzir falas mansas desceram abaixo das carnes ao fundo do osso e arrancaram o último suspiro de fé
Não não acredito em nada ou coisa alguma tudo é vazio e vago para se perder na cascata dos sentidos não preciso de alma basta-me a ideia duma cama
Mas não acreditar que nada existe nem no meu nome que é representação e palavra de Deus na terra não significa que não sinta este delírio dum homem perdido a envenenar-se de poesia e prosa
(As mal-assadas e o licor tim-tam-tum foram os meus excessos durante estes dias, não estivesse eu na Madeira. Do Carnaval não consigo gostar. Deste poema: gosto muito.)
Contributos Para Um Novo Acordo Ortográfico
The Weight of the World
"gostar de ti"
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Lullaby de Domingo
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Contributos Para Um Novo Acordo Ortográfico
Soneto da Separação
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Por falar em polvo...
Relembremos o "Imperador" da Língua Portuguesa - Padre António Vieira
“Mas já que estamos nas covas do mar, antes que saiamos delas, temos lá o irmão polvo, contra o qual têm suas queixas, e grandes, não menos que S. Basílio e Santo Ambrósio. O polvo com aquele seu capelo na cabeça, parece um monge; com aqueles seus raios estendidos, parece uma estrela; com aquele não ter osso nem espinha, parece a mesma brandura, a mesma mansidão. E debaixo desta aparência tão modesta, ou desta hipocrisia tão santa, testemunham constantemente os dois grandes Doutores da Igreja latina e grega, que o dito polvo é o maior traidor do mar. Consiste esta traição do polvo primeiramente em se vestir ou pintar das mesmas cores de todas aquelas cores a que está pegado. As cores, que no camaleão são gala, no polvo são malícia; as figuras, que em Proteu são fábula, no polvo são verdade e artifício. Se está nos limos, faz-se verde; se está na areia, faz-se branco; se está no lodo, faz-se pardo: e se está em alguma pedra, como mais ordinariamente costuma estar, faz-se da cor da mesma pedra. E daqui que sucede? Sucede que outro peixe, inocente da traição, vai passando desacautelado, e o salteador, que está de emboscada dentro do seu próprio engano, lança-lhe os braços de repente, e fá-lo prisioneiro. Fizera mais Judas? Não fizera mais, porque não fez tanto. Judas abraçou a Cristo, mas outros o prenderam; o polvo é o que abraça e mais o que prende. Judas com os braços fez o sinal, e o polvo dos próprios braços faz as cordas. Judas é verdade que foi traidor, mas com lanternas diante; traçou a traição às escuras, mas executou-a muito às claras. O polvo, escurecendo-se a si, tira a vista aos outros, e a primeira traição e roubo que faz, é a luz, para que não distinga as cores. Vê, peixe aleivoso e vil, qual é a tua maldade, pois Judas em tua comparação já é menos traidor! Oh que excesso tão afrontoso e tão indigno de um elemento tão puro, tão claro e tão cristalino como o da água, espelho natural não só da terra, senão do mesmo céu! Lá disse o Profeta por encarecimento, que "nas nuvens do ar até a água é escura": Tenebrosa aqua in nubibus aeris. E disse nomeadamente nas nuvens do ar, para atribuir a escuridade ao outro elemento, e não à água; a qual em seu próprio elemento é sempre clara, diáfana e transparente, em que nada se pode ocultar, encobrir nem dissimular. E que neste mesmo elemento se crie, se conserve e se exercite com tanto dano do bem público um monstro tão dissimulado, tão fingido, tão astuto, tão enganoso e tão conhecidamente traidor!
Vejo, peixes, que pelo conhecimento que tendes das terras em que batem os vossos mares, me estais respondendo e convindo, que também nelas há falsidades, enganos, fingimentos, embustes, ciladas e muito maiores e mais perniciosas traições. E sobre o mesmo sujeito que defendeis, também podereis aplicar aos semelhantes outra propriedade muito própria; mas pois vós a calais, eu também a calo. Com grande confusão, porém, vos confesso tudo, e muito mais do que dizeis, pois não o posso negar. Mas ponde os olhos em António, vosso pregador, e vereis nele o mais puro exemplar da candura, da sinceridade e da verdade, onde nunca houve dolo, fingimento ou engano. E sabei também que para haver tudo isto em cada um de nós, bastava antigamente ser português, não era necessário ser santo.”
















