sexta-feira, 25 de julho de 2008
Confissões de uma menina mal comportada*
Diário das princesas em geral
Ela era intensamente sensível. Era imensamente encantadora. Era profundamente dedicada. Ela dominava todas as difíceis artes da vida familiar. (...) - resumindo, ela era tão condescendente que nunca tinha tido uma ideia ou um desejo próprio - em vez disso preferia concordar sempre com as ideias e desejos dos outros.
Acima de tudo - nem era preciso dizer - era pura. A pureza era considerada a sua maior beleza - o pudor das faces era a sua maior qualidade.
E quando vim a escrever, encontrei-me com ela logo nas primeiras palavras. A sombra das suas asas caiu sobre a página; (...) quando peguei na caneta para escrever sobre aquele romance do homem famoso, ela deslizou por trás de mim e sussurrou «Minha querida, és uma rapariga. Estás a escrever sobre um livro que foi escrito por um homem. Sê bondosa, sê terna, elogia, ilude, (...). Nunca deixes ninguém supor que tu tens vontade própria."
terça-feira, 22 de julho de 2008
Fotodiário de duas princesas
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Ai que tempo
sábado, 19 de julho de 2008
Pérolas a porcos
E jamais o dominarás.
Vive-o, respira-o.
E dorme nele como no seio de uma floresta.
Vergílio Ferreira, Pensar
sexta-feira, 18 de julho de 2008
Interregno - lullaby extraordinária
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Não vou a tempo para o ver e ouvir, CARAGO!
Castração das liberdades
Mais uma vez, a minha recusa visceral de loas à menoridade mental. E não, os valores que temos não são os melhores, mas nunca retroceder ao ponto da perda total de identidade, de deixar que nos agrilhoem o pensamento.
"Antes o poço da morte, que tal sorte" (Já cantava o Sérgio Godinho)
Galgar montanhas

Foi a primeira vez que fiz uma caminhada com um grupo em que praticamente não conhecia ninguém. A diferença não é tão grande assim. A maior parte permaneceu desconhecida, mas forneceu o conforto de não me saber sozinha. Flor estava comigo e Flor bastou para me que sentisse acompanhada no meio de tantos rostos sem rasto.
Isto de estar a caminho no meio de nada provavelmente revela a minha faceta mais masoquista. Caminhar incertamente, com um objectivo algo ridículo - atingir o ponto x e voltar - sob um sol abrasador com descidas acentuadas que na volta se tornam subidas (e vice-versa) é saudavelmente doloroso.
Lá em cima, a meio do percurso, quando decidi que não quer
ia chegar ao cume do Pico, que queria ficar ali - sem os cinquenta rostos sem rasto - permiti-me a deitar-me sobre a erva (não confundir com relva), colocar os phones e conjugar os cheiros com os sons.Já tinha esquecido quão dolorosamente reconfortante é estar no meio de nada, o peso de saber que ainda restam uns bons quilómetros para andar. O cheiro da terra em mim, as calças sujas, a camisola a roçar na erva e os cabelos baços da poeira dos pés em andamento sobre o solo nú. Alma de cabra, diz-me Flor - este espírito de andar para sítio nenhum, esta apetência por veredas e levadas, por doer-nos as pernas e os pés.
Havemos de voltar.
As fotografias são da responsabilidade do organizador da caminhada.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Subsídios para uma história do amor humano

segunda-feira, 14 de julho de 2008
À atenção dos promotores de espectáculos na RAM
domingo, 13 de julho de 2008
Lullaby de Domingo
Show must go on
Serviço Público
sábado, 12 de julho de 2008
Convocatória
terça-feira, 8 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Actualizações
domingo, 6 de julho de 2008
Lullaby de Domingo
sábado, 5 de julho de 2008
"Ver era um crer vacilante. Tudo era talvez. " Hélène Cixous
A discussão começou com a Ana, com a sua escrita agressiva e muitas vezes maniqueísta. Gosto do que escreve, da forma como o faz, muito embora por vezes o meu instinto inicial repudie o que escreve. O meu apreço pela sua escrita é proporcional ao desprezo que tem manifestado pelas feministas. Por mim, portanto.
A discussão que lançou com este post, evocando o santo nome do Congresso em vão, despoletou uma grande variedade de respostas por esses blogues fora. Não os linko, porque perdi-lhes, na maior parte dos casos, o rasto.
Mas a questão do véu (e afins) e da excisão feminina é uma questão feminina/ista. E a acusação da Ana parece-me injusta. Pelo menos no que diz respeito à concepção de feminismo que milito.
Recuso-me a afirmar, taxativamente que as mulheres não podem usar o véu. Esse é um direito que lhes assiste, enquanto cidadãs dotadas de livre arbítrio. Mas é aqui que reside o cerne da questão: uma cultura que não promova uma escolha consciente e esclarecida não está, efectivamente, a permitir que a mulher assuma essa decisão conscientemente. Logo, na minha óptica, não há padrão cultural ou preceito religioso que o valha que justifique uma violentação tão grave à liberdade do outro, que neste caso é a mulher (nem agenda política, ou interesse económico - e sobre isto escreverei um dia).
No que diz respeito à excisão, a única que tolero é a que corte definitivamente com estes costumes milenares. Sem piedade, com a agravante de que o ritual não acontece na infância do mesmo. Dura há demasiado tempo.
O exemplo que a Luna apresenta não me suscita dúvida; não me incomoda que uma mulher minimamente dotada de liberdade escolha velar-se. Escolheu - espera-se que - conscientemente. Tal como as religiosas cristãs a determinada altura escolhem pelo uso do véu. Mas a uma mulher que nunca teve oportunidade de vivenciar a possibilidade de escolha endereço o meu pensamento, a minha fé fervorosa de que lhe é amputado um direito fundamental que a mim me foi ofertado: o direito de (quase) livre escolha.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Com a mão no poema
Exercícios de paciência e auto-controle
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Mas Ana
Da desconstrução

Reina o estereótipo e o preconceito, neste reino de que vos falo. O mesmo que ainda hoje fala dos soutiens que nunca foram queimados nas nossas praças e que ignoram as agressões que sofreram algumas das nossas mulheres, porque se atreveram a desafiar os senhores das poltronas. Porque as houve. Porque ainda as há. Exactamente porque incomodam e abalam algumas das estruturas mais emperdenidas e ferrugentas que exortam ao deixa estar que estamos muito bem e tempos melhores chegarão naturalmente, preferencialmente distantes do nosso.
Porque incomodamos e abalamos - e fomos mais de 500, e somos muitas/os mais - e porque pacifica e cordialmente propusemo-nos a pensar as questões de todas e de todos nós. Que nos importamos e nos empenhamos e ignoramos os/as senhores/as da verdade e do discurso descansadinho de que até aqui estamos muito bem. Não estamos. E apenas quem se contenta com o seu umbiguinho satisfeitinho é que julga que estamos no fim da linha. Ou melhor, que o futuro só por si resolverá o problema sem que levantemos um dedo - ou um pensamento.É preciso que, pacientemente, partamos pedra. E o Congresso Feminista 2008 foi um bom exemplo disso.
Somos porvir - um porvir que não acredita no destino. O futuro somos nós, que o desenhamos a partir do aqui e agora.
Amnésica

quarta-feira, 2 de julho de 2008
Lullaby fora d'horas
sábado, 28 de junho de 2008
Post(al): queridas amigas, Woman e Ceridwen,
"Introdução - A vida invisível" in Histórias de Mulheres, Rosa Monteiro, Edições Asa, 2000
P.s.: que tudo corra bem. Se puderem, vejam a peça de teatro NEXT : ))
Voltamos dentro de momentos

(WOAB e Ceridwen e mais 548 pessoas*)
*o título é uma promessa exclusiva das duas primeiras
Privilégios de Feminista
Ana Luísa Amaral
Entrei em Londres
num café manhoso (não é só entre nós
que há cafés manhosos, os ingleses também,
e eles até tiveram mais coisas, agora
é só a Escócia e parte da Irlanda e aquelas
ilhotazitas, mas adiante)
Entrei em Londres
num café manhoso, pior ainda que um nosso bar
de praia (isto é só para quem não sabe
fazer uma pequena ideia do que eles por lá têm), era
mesmo muito manhoso,
não é que fosse mal intencionado, era manhoso
na nossa gíria, muito cheio de tapumes e de cozinha
suja. Muito rasca.
Claro que os meus preconceitos todos
de mulher me vieram ao de cima, porque o café
só tinha homens a comer bacon e ovos e tomate
(se fosse em Portugal era sandes de queijo),
mas pensei: Estou em Londres, estou
sozinha, quero lá saber dos homens, os ingleses
até nem se metem como os nossos,
e por aí fora…
E lá entrei no café manhoso, de árvore
de plástico ao canto.
Foi só depois de entrar que vi uma mulher
sentada a ler uma coisa qualquer. E senti-me
mais forte, não sei porquê, mas senti-me mais forte.
Era uma tribo de vinte e três homens e ela sozinha e
depois eu
Lá pedi o café, que não era nada mau
para café manhoso como aquele e o homem
que me serviu disse: There you are, love.
Apeteceu-me responder: I’m not your bloody love ou
Go to hell ou qualquer coisa assim, mas depois
pensei: Já lhes está tão entranhado
nas culturas e a intenção não era má, e também
vou-me embora daqui a pouco, tenho avião
quero lá saber
E paguei o café, que não era nada mau,
e fiquei um bocado assim a olhar à minha volta
a ver a tribo toda a comer ovos e presunto
e depois vi as horas e pensei que o táxi
estava a chegar e eu tinha que sair.
E me ia levantar, a mulher sorriu
como quem diz: That’s it
e olhou assim à sua volta para o presunto
e os ovos e os homens todos a comer
e eu sentia-me mais forte, não sei porquê,
mas senti-me mais forte
e pensei que afinal não interessa Londres ou nós,
que em toda a parte
as mesmas coisas são
domingo, 22 de junho de 2008
Lullaby de Domingo
sábado, 21 de junho de 2008
"Caderno azul n.º 10"
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Apostasias - o evangelho segundo ELA
Convencera-se que aquela fina camada era só o que valia. E, apesar de não o dizer, apesar de tentar convencer a todos os outros que não era assim, a verdade é que a única coisa em que acreditava ter algum valor, era na sua pele. E nem esta era já sua - era pertença de qualquer uma em quem se deitava.
Uma pechincha, na verdade; de usar e deitar fora.
terça-feira, 17 de junho de 2008
É já amanhã!
domingo, 15 de junho de 2008
Para ti, em particular...
Lullaby de Domingo
sábado, 14 de junho de 2008
Sócrates e Hegel
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Da fome (e) da(s) vitória(s)

Na BP do Estádio de Alvalade o gasóleo deixou de correr das pistolas às primeiras horas da manhã. A meu lado, dezenas de carros de bandeira nacional hasteada antecipam uma vitória suada, que nos irá retirar do calor mórbido. "venham eles que os comemos vivos", ouve-se. Venham eles que nós damos conta do recado, ainda que não haja nada nas prateleiras dos supermercados. São quase 17 horas. Os minutos passam a correr e a prioridade é ter uma televisão para testemunhar, em directo, o futuro de um país. Leio na capa de uma revista: "famílias portuguesas já poupam na alimentação para pagar a casa". Ouço-os dizer à boca cheia que tudo farão para defender Portugal, que a defesa já não se faz com missões de paz ou de guerra, nem nas mesas de ministros com preocupações com a água ou com as fronteiras. A defesa de um país faz-se nas quatro linhas. Enquanto houver futebol há esperança, e quando da selecção sobrarem ecos, restam-nos os clubes nacionais, esses que movem a economia e nos põem a comida na mesa. Esses que nos defendem do desemprego e da ganância dos outros. Esses que são responsáveis pelas descobertas científicas que nos aliviam as doenças e a fome. A fome? Essa que se lixe, temos é fome de vitória, e nisso, a selecção, esse troféu que se apoia em 22 pernas, não nos desilude.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Entre as brumas da memória
A minha Pátria
domingo, 8 de junho de 2008
Lullaby de Domingo
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Cogitações avulsas
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Apreciadora de tomate(s) me confesso

Principalmente cortado(s) às rodelas, acompanhado(s) por queijo fresco e nozes. Bem regado(s) com azeite, vinagre balsâmico e uma pitada de sal grosso e oregãos.
terça-feira, 3 de junho de 2008
É já amanhã!
Já dizia o outro que...

"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal."
Oscar Wilde
Nota: fui buscar tudo ao google! Copy past, pois claro.Saltos altos...

- É só o que tem na montra?
- Espere. Temos estes que acabaram de chegar... Veja como são giros!
- Sim. Tem bengalas a condizer?
Mandaria a SELECÇÃO NACIONAL...
domingo, 1 de junho de 2008
Pérolas a porcos
Lullaby de Domingo
sábado, 31 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue" - Fin
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Post pseudo-funiano(??)
terça-feira, 27 de maio de 2008
Pérolas a porcos
sábado, 24 de maio de 2008
Lullaby de Domingo
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"

Emmanuel Levinas
sexta-feira, 23 de maio de 2008
(Almost) Closed Door

Encerro o meu dia de trabalho. A três horas e meia de iniciar a próxima tarefa. mas o excelente que recebi e os dois cafés das últimas horas tiraram-me o sono. Vem aí outro dia de olheiras e a porta está entre- a-b-e-r-t-a.
Instalação de Jessica Feldman
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Clap, clap, clap
terça-feira, 20 de maio de 2008
Este País não é para velhos de espírito (se calhar, até é)
"Emissário de Um Rei Desconhecido"
domingo, 18 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
"(...) e vós, Senhor meu Deus! concedei-me a graça de produzir alguns belos versos que me provem a mim mesmo que não sou o último dos homens, que não sou inferior àqueles que desprezo." BaudelaireLullaby de Domingo
sábado, 17 de maio de 2008
A minha verdadeira devoção
Nada garante que tu existes
Não acredito que tu existas
Só necessito que tu existas
de David Mourão-Ferreira
A Sócrates o que é de Sócrates (o novo)
Aos 5 infames votantes da sondagem de Mr. Lekker
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Também nós vamos a fumos
Ao cuidado do camarada Funes
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Porque dizem que anda por aí uma espécie de crise alimentar e tal
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
terça-feira, 13 de maio de 2008
Declaração pública de interesse
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Só porque me apetece...
domingo, 11 de maio de 2008
Lullaby de Domingo
sábado, 10 de maio de 2008
devoções
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"

"Vejo eu o que vejo? O que não estava ali se calhar estava. Ser e não ser não se excluíam mais." Hélène Cixous
O Paul do romance não passava de um porco (badalhoco)
Deixo aqui uma passagem do fascinante livro: O velho que lia romances de amor, de Luís Sepúlveda
“ Paul beijou-a ardorosamente enquanto o gondoleiro, cúmplice das aventuras do amigo, fingia olhar noutra direcção e a gôndola, equipada com macios coxins, deslizava tranquilamente pelos canais venezianos”.
Leu a passagem várias vezes em voz alta.
Que raios seriam as gôndolas?
Deslizavam por canais. Devia tratar-se de botes ou canoas, e quanto àquele Paul, era óbvio que não se tratava de um tipo decente, já que beijava “ardorosamente” a rapariga na presença de um amigo, e ainda para mais cúmplice.
Gostou do começo.
Pareceu-lhe acertado que o autor definisse os maus com clareza desde o princípio. Dessa maneira evitavam-se complicações e simpatias imerecidas.
E quanto a beijar, como é que ele dizia? “ardorosamente” como diabo seria isso?
(…)
Não. Os xuar não se beijavam.
Recordou-se também de que, em certa ocasião, vira um garimpeiro acasalando com uma jíbara, uma pobre mulher que deambulava por entre os colonos e os aventureiros implorando uma golada de aguardente. Quem tivesse vontade puxava-a de parte e possuía-a. A pobre mulher, embrutecida pelo álcool, não tinha consciência do que estavam a fazer com ela. Dessa vez, o aventureiro montou-a na areia e procurou-lhe a boca com a sua.
A mulher reagiu como uma besta. Tirou o homem de cima dela, arremessou-lhe um punhado de areia e desatou a vomitar com um nojo indissimulável.
Se beijar ardorosamente era isso, então o Paul do romance não passava de um porco.
(...)
Ditado
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
Subsídios Para Uma Conjugalidade Pacífica
terça-feira, 6 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
domingo, 4 de maio de 2008
Pérolas a porcos
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 2 de maio de 2008
"Novas" fragrâncias feministas
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Morre de uma vez e não chateies
Viagens...
In the mood for...
terça-feira, 29 de abril de 2008
Céu pendente
in O velho que lia romances de amor, Luís Sepúlveda
domingo, 27 de abril de 2008
Lullaby de domingo
sábado, 26 de abril de 2008
Da vergonha
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Dia da guerra
Tempo e espaço
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Sessão de puro masoquismo
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Para ti, querida amiga Woman
domingo, 20 de abril de 2008
Heresias
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Agradecimento
quarta-feira, 16 de abril de 2008

ficam a escorrer inertes no pensamento, perdidas algures num labirinto de memórias futuras, caídas pelas escadas da imensidão do vazio.
(I'm tired)
Help me
No âmbito da disciplina de Formação Cívica, subordinada à actividade: “descreve as características do teu amigo, identifica os seus defeitos e o que poderá melhorar com a tua ajuda”, surge, no meio de muitas outras mais, esta “pérola”:
Ela (amiga) é linda, simpática, atenciosa e divertida.
Não gosto quando ela se irrita, mas é normal…
Não a irritar é a minha ajuda para ela poder melhorar.
A minha pessoa, às vezes, irrita-me!
Valha-me, ó Amigo(a).
terça-feira, 15 de abril de 2008
Matam a palavra escrita
E perdem-no não querendo perdê-lo, de cada vez que se abandonam em vocalizações guturais porque apenas não pousam os olhos nas curvas voluptuosas da palavra escrita. Dada.












