sábado, 17 de maio de 2008
Aos 5 infames votantes da sondagem de Mr. Lekker
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Também nós vamos a fumos
Ao cuidado do camarada Funes
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Porque dizem que anda por aí uma espécie de crise alimentar e tal
quarta-feira, 14 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
terça-feira, 13 de maio de 2008
Declaração pública de interesse
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Só porque me apetece...
domingo, 11 de maio de 2008
Lullaby de Domingo
sábado, 10 de maio de 2008
devoções
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"

"Vejo eu o que vejo? O que não estava ali se calhar estava. Ser e não ser não se excluíam mais." Hélène Cixous
O Paul do romance não passava de um porco (badalhoco)
Deixo aqui uma passagem do fascinante livro: O velho que lia romances de amor, de Luís Sepúlveda
“ Paul beijou-a ardorosamente enquanto o gondoleiro, cúmplice das aventuras do amigo, fingia olhar noutra direcção e a gôndola, equipada com macios coxins, deslizava tranquilamente pelos canais venezianos”.
Leu a passagem várias vezes em voz alta.
Que raios seriam as gôndolas?
Deslizavam por canais. Devia tratar-se de botes ou canoas, e quanto àquele Paul, era óbvio que não se tratava de um tipo decente, já que beijava “ardorosamente” a rapariga na presença de um amigo, e ainda para mais cúmplice.
Gostou do começo.
Pareceu-lhe acertado que o autor definisse os maus com clareza desde o princípio. Dessa maneira evitavam-se complicações e simpatias imerecidas.
E quanto a beijar, como é que ele dizia? “ardorosamente” como diabo seria isso?
(…)
Não. Os xuar não se beijavam.
Recordou-se também de que, em certa ocasião, vira um garimpeiro acasalando com uma jíbara, uma pobre mulher que deambulava por entre os colonos e os aventureiros implorando uma golada de aguardente. Quem tivesse vontade puxava-a de parte e possuía-a. A pobre mulher, embrutecida pelo álcool, não tinha consciência do que estavam a fazer com ela. Dessa vez, o aventureiro montou-a na areia e procurou-lhe a boca com a sua.
A mulher reagiu como uma besta. Tirou o homem de cima dela, arremessou-lhe um punhado de areia e desatou a vomitar com um nojo indissimulável.
Se beijar ardorosamente era isso, então o Paul do romance não passava de um porco.
(...)
Ditado
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
Subsídios Para Uma Conjugalidade Pacífica
terça-feira, 6 de maio de 2008
A doçura da provocação: da contra-série "La beauté est dans la rue"
domingo, 4 de maio de 2008
Pérolas a porcos
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 2 de maio de 2008
"Novas" fragrâncias feministas
quinta-feira, 1 de maio de 2008
Morre de uma vez e não chateies
Viagens...
In the mood for...
terça-feira, 29 de abril de 2008
Céu pendente
in O velho que lia romances de amor, Luís Sepúlveda
domingo, 27 de abril de 2008
Lullaby de domingo
sábado, 26 de abril de 2008
Da vergonha
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Dia da guerra
Tempo e espaço
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Sessão de puro masoquismo
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Para ti, querida amiga Woman
domingo, 20 de abril de 2008
Heresias
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Agradecimento
quarta-feira, 16 de abril de 2008

ficam a escorrer inertes no pensamento, perdidas algures num labirinto de memórias futuras, caídas pelas escadas da imensidão do vazio.
(I'm tired)
Help me
No âmbito da disciplina de Formação Cívica, subordinada à actividade: “descreve as características do teu amigo, identifica os seus defeitos e o que poderá melhorar com a tua ajuda”, surge, no meio de muitas outras mais, esta “pérola”:
Ela (amiga) é linda, simpática, atenciosa e divertida.
Não gosto quando ela se irrita, mas é normal…
Não a irritar é a minha ajuda para ela poder melhorar.
A minha pessoa, às vezes, irrita-me!
Valha-me, ó Amigo(a).
terça-feira, 15 de abril de 2008
Matam a palavra escrita
E perdem-no não querendo perdê-lo, de cada vez que se abandonam em vocalizações guturais porque apenas não pousam os olhos nas curvas voluptuosas da palavra escrita. Dada.
Cinderela, versão gandulo
domingo, 13 de abril de 2008
Há que tempos...
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Quase
quarta-feira, 9 de abril de 2008
"Em Abril, águas mil!"
terça-feira, 8 de abril de 2008
Pagadora de Promessas
Clicar na imagem para poder ler o programa sem recorrer a lupa.
Caro Funes, bem mais belo que as colunas do Desidério (não as vislumbrei ainda).
Where Is My Mind
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Paradoxos
Um caso sério*
domingo, 6 de abril de 2008
T.P.C.: "Learning to fly - Pink Floyd"
Lullaby de Domingo
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Post-it*
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Não revelo como passei neste exame
terça-feira, 1 de abril de 2008
Serial Killer
domingo, 30 de março de 2008
Lullaby de domingo
sábado, 29 de março de 2008
Da separação: entre dois infinitos, a melancolia 2
sexta-feira, 28 de março de 2008
Saudade
Definição de saudade:
"Saudade é uma vizinha que, de vez em quando, vem bater à minha porta."
do aluno Luís Carlos, 9º 7
quinta-feira, 27 de março de 2008
segunda-feira, 24 de março de 2008
Pérolas a porcos
domingo, 23 de março de 2008
sexta-feira, 21 de março de 2008
à minha porta
quarta-feira, 19 de março de 2008
Do princípio demo-crático
Pérolas a porcos
terça-feira, 18 de março de 2008
Mentecapto
segunda-feira, 17 de março de 2008
To know or not to know
Da separação: entre dois infinitos, a melancolia
Casos abandonados...
domingo, 16 de março de 2008
Lullaby de Domingo ou Longo Suspiro Endereçado a Oh (My Private) Lord
sábado, 15 de março de 2008
DilemaS

Consta que falo demasiado bem para quem anda à procura de emprego;
Ouço que tenho que controlar a (minha) forte presença (e peço logo à sombra que anda a meu lado que desapareça);
Diz-se que tenho que controlar o (meu) snobismo (não consigo disfarçar a minha ascendência britânica - can't help it);
Aparentemente, parece que possuo uma empresa e não que procuro uma onde possa trabalhar.
Haverá algum lugar de accionista vago? E não, não me direccionem para a Bolsa de Valores, por favor, à qual já concorri e explicaram-me... do alto do seu snobismo.... que não possuo o perfil indicado.
Boas férias!
* "ridendo, castigat mores"
Especialidades gastronómicas em tempo de jejum
sexta-feira, 14 de março de 2008
Pérolas a porcos
quinta-feira, 13 de março de 2008
Post Scriptum de post scriptum
Post Scriptum
De joelhos: Why (not) me, Lord?
Síndrome de mãe
quarta-feira, 12 de março de 2008
Blindfold me Sir
Eyes wide shut, ears wide open.
terça-feira, 11 de março de 2008
O admirável mundo da bola
segunda-feira, 10 de março de 2008
007 - Sem licença
domingo, 9 de março de 2008
Há dias assim!

A brasileira e o homem pobre
"A Fernanda não tem em conta duas coisas: que este caso se passa com uma brasileira e com um homem relativamente pobre.
Quando a mulher vai ter com Baltazar e lhe diz que está grávida dele, Baltazar pensa, muitíssimo legitimamente, que boa parte das brasileiras que vivem em Portugal são mulheres engatatonas, que ganham parte das suas vidas em prostituição e artes similares. Talvez seja maior a fama do que o proveito das brasileiras, mas é a fama delas. Então Baltazar raciocina que a mulher deve ter tido relações sexuais com muitos outros além dele, e que, embora até seja possível que a menina seja sua filha, não há grande certeza nesse sentido. E então decide não a perfilhar. É uma solução razoável, em minha opinião. A Fernanda saberá que estudos realizados em países desenvolvidos mostram que 10% das crianças não são filhas biológicas de quem julgam que são. No caso das brasileiras residentes em Portugal, talvez a percentagem seja maior.
Ou seja, Baltazar não tem qualquer obrigação de perfilhar uma criança quando tem fundadas suspeitas de que a sua mãe não é uma mulher séria.
Faço meu o título de Funes: Covarde!*
Lullaby de Domingo
Por forma a denunciar o estado morno das coisas, a alterar a vergonha em assumir uma feminilidade que revele maioridade: que se coloquem as questões em cima da mesa!

sábado, 8 de março de 2008
Governo porreiro, pá!
Da clandestinidade e da vergonha na cara
Digno de ser recitado no Circo
Declaração de responsabilidades 2
sexta-feira, 7 de março de 2008
Cogitações avulsas de uma esquerdina
quinta-feira, 6 de março de 2008
Is there spirits in the room?
quarta-feira, 5 de março de 2008
Vaca que anda no monte não tem boi certo

P.S: inicialmente, pensei que a brejeirice que está no título era um original de uma criatura chamada a testemunhar num caso de (a)filiação. Enganei-me, afinal é um provérbio.....
Picture by Phillip Halsman
"Autismos"
terça-feira, 4 de março de 2008
segunda-feira, 3 de março de 2008
Tanta guerra, tanto engano...
domingo, 2 de março de 2008
Declaração de responsabilidades
Em terra de cego...
Senhoras e senhores, suas"excelências", os excelentes profissionais
Lullaby de Domingo
sábado, 1 de março de 2008
Vírus no sistema













