terça-feira, 28 de novembro de 2006

o peixinho habilis, pois então!

Há dias… dias e dias e mais dias que não há mesmo pachorra! Hoje, entrei numa sala, onde supostamente deveria ter gente, e deparo-me com cardume de roncadores! O meu sermão era constantemente interrompido por aqueles animaizinhos que, por vezes, até conseguiam, apesar do imenso esforço, proferir e entender palavras… Ao ver que um desses peixinhos ficava imóvel sempre que o olhava, perguntei-lhe: - Criatura de Deus, que tendes escondido nas vossas barbatanazinhas? E o peixinho, depois de hesitar, com um certo receio responde: - Nada… Eu, então, digo-lhe: - Não querereis dizer antes: “são rosas, rosas senhora”? Ou “algas” ou “búzios” ou “minhocas” ou o que for!! Pelo seu ar confuso, logo apercebi-me que a fé não reinava naquele espírito(ziiiiinho). Enquanto este quase-diálogo decorria, os outros roncadores emitiam sons em coro. Por fim, depois de muito pensar (não sei se é bem o termo certo…), o peixinho decide abrir a barbatanazinha… e de lá caíram papelinhos bem dobradinhos e… um “elásticozinho”. O meu espanto:”Ena! Mas que material já tão sofisticado”. É claro que fiquei radiante, pois aquele peixe já sabia construir uma catapulta, se bem que ainda muito rudimentar… Por fim, mandei aquele peixinho habilis para um sítio mais sossegado e arejado, pois precisava de aperfeiçoar aquele engenho tão promissor para a espécie. Eu sempre valorizei a criatividade e só Deus sabe o quanto!!!

Altos Voos

Quem já não se sentiu tentado a responder à publicidade brilhante da maioria das agências de viagem? Londres à distância de 90 euros, Paris por 80, Brasil a 300... Ontem fui comprar um bilhete para Lisboa. Desengane-se quem julgue que o território nacional proporcione preços mais acessíveis. Ao colocar a mãozinha na porta de entrada da nossa companhia aérea, já sabia que deixaria gentilmente naqueles balcões cerca de 180 euros. 180 euros, por uma viagem de cerca de 90 minutos, em território nacional.
Julgava eu que seria atendida condignamente. Ao invés, três balcões em funcionamento para cerca de 30 clientes. Esperei (im)pacientemente mais de uma hora na fila. Os sofás de cabedal, elegantemente dispostos no espaço estavam vazios, já que o sistema de ticket's não estava em funcionamento. Assim, num espaço modernizado, com funcionárias impecavelmente vestidas, os clientes aguardam na tradicional fila de marcação de chegada. Em pé, portanto.
Chegada a minha vez, todo o processo é feito assepticamente. Tenho a sensação que a funcionária não chega a olhar directamente para mim; vai fazendo as perguntas de olhos fixos no pc, à espera que este lhe responda. Respondo eu e suponho que no seu universo relacional, ela julgue que é ele que lhe responde. Os olhos permanecem fixos no ecrã. Só na altura em que se levanta para a efectuação do pagamento, tenho a vaga impressão que me olha; ou melhor, olha pelo menos para a mão que lhe estende o cartão multibanco. Cobra-me 196 euros e 50 cêntimos. Pergunto o motivo da discrepância entre a quantia inicial aquando da marcação do voo (180 euros) e a que pago agora. Aí tenho a certeza que me olha de frente e responde enfadada: Taxa de emissão de bilhete. Saio com a certeza de que ando a sustentar gatunos. E ainda têm a distinta lata de afirmar que a linha de voos domésticos dá prejuízo... Só mesmo no bolso do cliente.

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

Por todas as estradas radiosas que nos abriu... um obrigada.

lembra-te
Lembra-te que todos os momentos que nos coroaram todas as estradas radiosas que abrimos irão achando sem fim seu ansioso lugar seu botão de florir o horizonte e que dessa procura extenuante e precisa não teremos sinal senão o de saber que irá por onde fomos um para o outro vividos
Mário Cesariny

domingo, 26 de novembro de 2006

Me and a gun

Na continuação do tema sobre a eliminação da violência contra as mulheres e em agradecimento da lembrança da WOAB ;) deixo aqui outra música da Tori Amos (ou não seria fã dela) que relata um episódio pelo qual ela própria passou (para quem não sabe actualmente preside uma Associação de apoio a mulheres vítimas de violação): 5am friday morning thursday night far from sleep I'm still up and driving can't go home obviously So I'll just change direction cause they'll soon know where I live And I wanna live Got a full tank and some chips It was me and a gun and a man on my back And I sang "holy holy" as he buttoned down his pants You can laugh Its kind of funny Things you think Times like these Like I haven't seen BARBADOS so I must get out of this Yes I wore a slinky red thing Does that mean I should spread for you, your friends Your father, Mr Ed It was me and a gun and a man on my back But I haven't seen BARBADOS so I must get out of this And I know what this means Me and Jesus a few years back used to hang And he said "it's your choice babe just remember I don't hink you'll be back in 3 days time so you choose well" Tell me whats right Is it my right to be on my stomach of Fred's Seville? It was me and a gun and a man on my back But I haven't seen BARBADOS so I must get out of this And do you know CAROLINA Where the biscuits are soft and sweet These things go through your head when there's a man on your back And you're pushed flat on your stomach it's not a classic caddilac It was me and a gun and a man on my back But I haven't seen BARBADOS so I must get out of this I haven't seen BARBADOS so I must get out of this

Lullaby de domingo

Sendo uma feminista vociferadora, absolutamente desgrenhada pelas convicções no que diz respeito às questões de género( mas isso existe?), não poderia deixar passar em silêncio absoluto o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. Assim sendo, e porque a tonalidade da minha vociferação já é demasiadamente conhecida por estas bandas, deixo passar outra voz, bem mais melodiosa... E que tenho a certeza que encherá as medidas da Lady Of The Lake. Excuse me but I be you for a while My dog won't bite if you sit real still I got the anti-Christ in the kitchen yellin' at me again Yeah I can hear that Been saved again by the garbage truck I got something to say you know But nothing comes Yes I know what you think of me You never shut-up Yeah I can hear that But what if I'm a mermaid In these jeans of his With her name still on it Hey but I don't care Cause sometimes I said sometimes I hear my voice And it's been here Silent All These Years...

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

"Eyes Wide Shut"

Lamentável, que um documentário como o que passou 2ª feira na 2:, comece às 23.30. Porque tal significa que muitos não o podem sequer ver; porque tal significa que a maior parte dos restantes não resiste até ao fim (pecadora desta hipótese me confesso); e finalmente, porque tal significa que muito poucos resistiram até ao fim. E, para todos os efeitos, os julgamentos de Nuremberga pedem mais do que resistência e luta contra o sono. Ou melhor, pedem outro tipo de luta contra outro tipo de sono. Consegui, contudo, resistir até ao final da parte que dizia respeito a Albert Speer. De certa forma, o único que soube jogar em Nuremberga como, de resto, o soube fazer ao longo da sua convivência e conivência com o regime nazi. E por isso, anos mais tarde considerou que a melhor qualidade para sobreviver em política seria o carisma. Não errou então, não erraria agora se repetisse a advertência, que espelha bem (cada vez mais) os meandros dos corredores da coisa (que se torna) pública.

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Por falar em inteligências...

Não há nada tão estúpido como a inteligência orgulhosa de si mesma. Bakunine

terça-feira, 21 de novembro de 2006

Natal é sempre que o homem quiser...

São hoje 21 de Novembro de 2006. Por todo o lado, a decoração natalícia polui os ambientes. Estou farta de Natal e ainda nem estamos em Dezembro. A 25 comemora-se o quê? A festa de maioridade de J.C.?

domingo, 19 de novembro de 2006

com todo o respeito que tenho pelo bicho...

O abutre é um animal que me causa alguma repugnância… Contudo, reconheço-lhe qualidades… Este necrófago fedorento é resistente, embora não pareça (o seu ar triste e depressivo é enganador...), e é sempre o último a chegar… mesmo sem ser convidado, reclama sempre a sua parte! -Agora, Sr. Abutre, faça-me um favor, coma e engula rápido, antes que os restos empestem o meio ambiente!

Lullaby de Domingo

Foi fim de semana de 24 Hour Party People. Intercâmbios permitem a fuga à acefalia generalizada dos canais televisivos. Assim, andei todo o fim de semana a trautear algumas pérolas, com a imagem de Ian Curtis a balouçar frente a uma televisão que transmitia um qualquer programa com uma galinha a bambolear... Non sense que baste, para um filme inspirado por quem viveu realmente a adrenalina da época e inspirador para quem foi tocado por. Assim, como não podia deixar de ser, fujo aos Happy Mondays (que poderiam ser obrigatórios) e deixo a fechar este domingo estes outros, bem mais significativos para mim.

sábado, 18 de novembro de 2006

Por todas as razões e por nenhumas...

No dia em que se assinalou o dia Internacional da Filosofia, os alunos das escolas portuguesas assinalaram o seu direito à greve (uns melhores que outros). Alguns dos meus alunos também a fizeram. E quando lhes perguntei ontem o que reinvindicavam, as respostas foram múltiplas. Se uns evocavam a existência de aulas de substituição no secundários, outros evocaram simplesmente o seu direito ao sono. "Fiz greve, para poder ficar em casa a dormir. Sem fazer nada." Aos 15 anos, é preocupante...

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

cansaço...

O que há em mim é sobretudo cansaço O que há em mim é sobretudo cansaço Não disto nem daquilo, Nem sequer de tudo ou de nada: Cansaço assim mesmo, ele mesmo, Cansaço. A subtileza das sensações inúteis, As paixões violentas por coisa nenhuma, Os amores intensos por o suposto alguém. Essas coisas todas - Essas e o que faz falta nelas eternamente -; Tudo isso faz um cansaço, Este cansaço, Cansaço. Há sem dúvida quem ame o infinito, Há sem dúvida quem deseje o impossível, Há sem dúvida quem não queira nada - Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles: Porque eu amo infinitamente o finito, Porque eu desejo impossivelmente o possível, Porque eu quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser, Ou até se não puder ser... E o resultado? Para eles a vida vivida ou sonhada, Para eles o sonho sonhado ou vivido, Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto... Para mim só um grande, um profundo, E, ah com que felicidade infecundo, cansaço, Um supremíssimo cansaço.Íssimo, íssimo. íssimo, Cansaço...

Alberto Caeiro

terça-feira, 14 de novembro de 2006

Pura Provocação.

Uma vontade incontrolável empurra-me para o teclado e para esta página. Com reuniões para preparar e um Dia Internacional da Filosofia para dinamizar, encontro-me neste estado: em Pausa. Frente ao computador, sustenho todos os murmúrios - que digo - todos os gritos ensurdecedores das tarefas que ainda tenho para cumprir, todos os papéis por preencher, todas as actividades por limar. Tudo em suspenso, em cinco minutos de pura malícia. Apetece meter-me com ele. Que fazer, quando o brilhozinho nos olhos passa por provovação? Ceder, como é óbvio. Afiar a intenção e ceder. O meu "feminismo" é proporcional ao gosto dele pelo futebol. Minto. O meu "feminismo" é proporcional ao gosto dele pelo (F)CP. Ainda não. Assim é que é... O meu "feminismo" é quase tão grande quanto o gosto dele pelo (F)CP. Mas ainda não se lhe compara. ;)

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

beijo

(Funchal)
Toda a natureza, exceptuando as gaivotas, estava calma como se tivesse a suster, por uns instantes, a respiração perante algo incrível e maravilhoso. “ Para onde vai aquele beijo voador?! " – Gritaram as gaivotas. Misterioso e silencioso o beijo voou, voou, voou... com um destino certo.
(priminha, recebeste?! o beijo vai para a tua morada.)

Da Importância do Título.

Da profusão de filmes agendados (não tenho mãos nem carteira a medir), coube ao passado (e saudoso) fim de semana a visita à Dália. Graças ao título, confesso. Nenhuma sinopse me cativaria tanto quanto este título com cheiro a flor, se não maldita, pelo menos trágica. E em rigor, na realidade não decepcionou. Apesar de algumas passagens menos interessantes, apesar de um desenrolar não propriamente cativante, certo é que o filme cumpriu rigorosamente o que dele podia esperar. A Dália Negra que vi no cinema foi efectivamente esta mulher, deslumbrante, que eclipsa do ecrã essa outra estilizada de boquilha entre dedos. Nada tão deslumbrante como o olhar lançado à câmara nas suas raras aparições.

domingo, 12 de novembro de 2006

Nem de propósito...

...His_tory. A coisa (continua a ) funciona(r) desta forma.

Quem decide?!

E em relação ao aborto?? O homem também tem voto na matéria e poder de decisão?
Pois eu acho que NÃO!! E não me venham falar de igualdades!! Falem-me antes do repeito pelas diferenças!!

Lullaby de Domingo.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Aqui chorei... de riso!

http://profteresa.no.sapo.pt./Contos_Infantis.wma

Eu simplesmente chorei...

A História do Gato Malhado e a Andorinha Sinhá de Jorge Amado é uma história triste de amor, que me fez simplesmente chorar. É simplesmente muito bonita e muito comovente. Um resumo da História:http://profteresa.no.sapo.pt/videogato.htm (O sítio da Prof. Teresa foi um acaso muito feliz!)

Ainda não é tempo...

Começou por ser um comentário de resposta. Passou a post.
Concordo plenamente consigo Talisca. A conquista pelos direitos no feminino é ainda muito recente, muito frágil. Por tudo isso, as minhas escolhas. A escolha do nick não foi inocente (como de resto, o nome do blog também não o foi).
Esta obra, é para mim, actual e secretamente feminina. Espartilhada, de costas, em negação de si e da sua relação com os outros. É assim que nós, mulheres, continuamos a agir, pese embora as conquistas no domínio público. Em privado, continuamos esmagadas pelos nossos medos, pela nossa forma de nos aprendermos e que nos foi veiculada. Perpetuamos preconceitos, discriminações e padrões de conduta. Continuamos a deixar que nos transformem em "mulherzinhas". Quando olho a obra de Witkin, vejo uma nudez atroz... uma mulher a sós com o seu corpo, um corpo normal que tenta sofregamente seguir os chavões que lhe são impostos. Se ontem pagou pelo corpo que tinha (corpo fonte de pecado porque fonte de desejo), hoje paga pelo corpo que não tem (e que lhe é quase imperativo ter). Novamente, corpo objecto, assumidamente objecto. Mas ainda corpo dos outros, dos olhares dos outros, não efectivamente corpo de e em si mesma. Parece que a ouço sussurrar "Este é o meu corpo, tomado por vós." Em prece, pede que a reconheçam e que a deixem reconhecer-se sem cadeados, sem os padrões de beleza que a mantêm apertada (e em que ela própria se sufoca). Ainda não é tempo de olhar para nós, porque "não nos é possível ainda, falar de amor". E porque ainda não nos permitimos voar.

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

teria umbigo?

Numa conversa de café, alguém, divertidamente, lança uma pergunta: “Eva tinha umbigo?”
Achei a pergunta bastante pertinente e curiosa... ainda por cima feita por um padre, aliás, por um ilustre professor universitário! Contudo, a resposta foi... um grande riso. Palavras para quê?

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Já que ando com a mão no roubo (1 e 2), aproprio-me, por esta vez, da ideia lançada há alguns meses no Tónel. Contudo, o meu desafio prende-se com a fotografia que tem o título que adoptei para (a minha) personagem deste blog. Agora, solicito que digam de vossa justiça. Que olhar vos suscita "Woman Once a Bird"?
(Fotografia de Joel-Peter Witkin)

domingo, 5 de novembro de 2006

Lullaby de Domingo

Em jeito de conclusão do post anterior, cá ficam... Esta (soberba) "It's a new day It's a new life For me And I'm feeling good" E Esta, que também está muito interessante. "And this old world is a new world And a bold world For me"
Mulher, madeirense, funcionária pública, mais concretamente na carreira docente. Como podem constatar, a minha vida é absolutamente ideal. É que roubo toda a gente: primeiro como Madeirense, porque tenho a meus pés os "Continentais" a pagar pelo meu extremo conforto (nada como viver por cá, meus senhores). Logo em seguida, roubo como funcionária pública, já que passo os meus dias a lambusar-me com a produtividade alucinante dos privados. Por último, docente! Ou seja, duplamente funcionária pública. É que há com cada coisa. Poderia eu ter sonhado com vida mais regalada?

sábado, 4 de novembro de 2006

"Post pseudo-masturbatório"

Tenho sido muito mimada pelos meus alunos do ano passado. Dá-me logo outro ânimo para corrigir as provas que tenho para este fim de semana. Dos alunos do presente. Título descaradamente surripiado ao post do Everything.

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

cheirou-lhes a mar...

Depois de uma visita a um museu "com muito cheiro a mar", meninos do 1º ciclo (3º ano) deram forma ao seu pensamento... Eles ouviram falar de "mares nunca d'antes navegados"...

("Uma sereia"... de uma menina de 8 anos, natural da ilha do Porto Santo)

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

Ainda sobre o vício dos dados...

A propósito dos rankings das melhores e piores escolas do País, que entretanto se mantém agarrado às calculadoras a calcular médias, percentagens e soluções de pacotilha... Comparamos escolas, como se não existissem variáveis que escapam ao controlo da estatística sobre o exame nacional. Esse é cego, não pondera o ambiente socio-cultural, nem o número de turmas que é avaliado em cada escola, nem tão pouco o número de alunos que se submete a exame. Digno também de riso, o item que compara o "desvio" entre classificação interna final com a média de exames. Até aqui tudo bem, não fosse o pormenor de um traduzir critérios completamente díspares em relação ao segundo. Temos uma legislação que postula uma avaliação contínua, avaliadora de duas grandes componentes: cognitiva e sócio-afectiva. Contudo, o exame, obviamente apenas contempla a primeira componente. E aí fala-se em "desvio" e reprova-se a avaliação malandra, que andou ali a beneficiar o aluno, que afinal não merecia aquela primeira classificação. A ser assim, assumamos de uma vez. contemplemos apenas os momentos de avaliação sumativa, que o resto é conversa. Seria bom que decidíssemos onde está o desvio; se da parte de quem avalia ou da parte de quem postula os critérios de avaliação. E valha-nos a santa burocracia! Os documentos oficiais que temos que preencher em função disto...